terça-feira, 22 de junho de 2010
12:03
Se não há amor, acompanhe-me no ódio.
Já dei aviso prévio de que a casa é aberta
Mas após tal imundice, foi necessário acabar
O capacho de boas vindas tinha cores belas
E mais respeito do que quem quer entrar
Não há desculpas que digam que não avisei
Algo que chama de seu decompõe o coração
O odor que exala de sua vergonha aterroriza
Pois a casa estava aberta, tinha a chave nas mãos
Trancou-a, foi-se embora, e ainda reclamou.