T'es tu
perdu
souvent?
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
15:15
Eu acordei esta noite e meus movimentos haviam ido embora, apenas restara o palpitar de meu, já não sóbrio, coração. Como um ímã, sentia a escrava atração que eu o submetia toda vez que você entrava no mesmo cômodo em que estávamos. Eu, em minha eterna cegueira, e meu pobre amigo, a sofrer por mim o que já não aguentara mais, deu-se como acabado e por ali adormeceu. Isto já não me trazia pânico, fora assim com todos os movimentos e sentidos que continham em meu corpo e alma, um por um padeceram com sua presença. Que fazer? Aceito apenas.