T'es tu
perdu
souvent?
domingo, 10 de abril de 2011
11:18
Meus passos afundam sobre o arenoso chão, o vento forte não ajuda em minha locomoção. Está claro o céu, sem nuvens, passaros cantam e mais nada. Almas, animais, conversas, nada. E eu poderia me entregar sozinha ao meio, ah sim, eu poderia desistir. Mas ei que irei de ver, vindo do céus, do horizonte, de onde for que tiver de vir, você. E então o "mais nada" virará "mais tudo".

A: Eu vou cair.
B: Certamente que irá.
A: Mas... Mas... Você deveria me confortar!
B: Amar é ser verdadeiro.
A: E vai me deixar cair?
B: Caso cair, o levantarei.
A: Cair nos seus braços me parece bom. Não tenho mais receio.
B: Viu? Eu devo te confortar.